Salve Jorge, Ogum e Pixinguinha!

Ao contrário do que muita gente acha: o choro é expressão afro-brasileira sim. Mas não procurem o afro apenas nas arquiteturas musicais, embora ele ali também esteja. Apesar de formatado para se tornar uma música séria, camerística, quase uma música erudita ou semi-erudita brasileira, o choro jamais perderá a sua raiz, o seu chão, a sua linha ancestral. O choro é música feita em roda, para celebrar, para unir, para encontrar.