Zumbidos

Esta seção é dedicada a artigos opinativos de colaboradores. Os assuntos são diversos. Cada um é responsável por suas opiniões e não reflete, necessariamente, o posicionamento do site.

Seção Zumbidos: Tinhorão, adeus? (por Victor Neves)

Seção Zumbidos: Notas sobre José Ramos Tinhorão (por Leo Pereira)

Seção Zumbidos: O famigerado streaming

(por Felipe Siles)
Esse é um tema muito caro para mim faz um tempo. Desde que conheci o filósofo Byung-Chul Han e seu livro Sociedade do Cansaço comecei a organizar essa constante sensação eterna de que nós, urbanos e modernos, estamos sempre trabalhando, sempre cansados, sempre nos sentindo obrigados a produzir.

Os 100 melhores livros da história

“um compilado de três listas de 100 melhores livros: da francesa Le Monde, da estadunidense Newsweek e da brasileira Folha de S. Paulo, contabilizando 255 obras com maior ênfase em obras ficcionais(…)”

O empreendedorismo e a porta dos desesperados

Seção Zumbidos (opinião): Numa situação de alto desemprego normalizada (já introjetada, aceita sem crítica) a partir da ideologia dominante e dos seus aparelhos de dominação, os indivíduos naturalizam a situação, afirmando que gostariam de ter seu próprio negócio…empreender.
(por Rafael Emilio Faria)

Seção Zumbidos: Luizinho Drumond (por Rachel Valença)

Seção Zumbidos: (por Rachel Valença) A morte, hoje, de Luiz Pacheco Drumond, presidente da Imperatriz Leopoldinense, conhecido há décadas no universo dos sambistas como Luizinho Drumond, nos leva a refletir sobre o fim de um ciclo na vida das escolas de samba do Rio de Janeiro.

O carnaval do Rio tem algo a nos dizer

No desfile do grupo especial do Rio de Janeiro, teremos 13 escolas desfilando e, em pelo menos 11 delas, seus sambas-enredo têm recados importantes. Algumas escolas são enfáticas, em outras precisamos estar mais atentos ao que cantam seus intérpretes.

Especial Aldir: Bebêramos Aldir Blanc (por Cassio Guerreiro)

Especial: Bebêramos Aldir Blanc (por Cassio Guerreiro)
Hoje não bebo um pouquinho nem para ter argumento, após jogar a vida fora em mais uma bebedeira na noite anterior, estou pedindo socorro ao Rio Maracanã e seu soro poluído de pilha e folha morta, de caco de garrafa, prego enferrujado, lata de sardinha, pneu de bicicleta e, sobretudo, versos do poeta que passou a vida naquele vale, na ourela da floresta da Tijuca, empunhando uma caneta correspondente a um cajado mágico na mão de um bruxo antes de despejar num caldeirão, letras para sua próxima poção, no castelo da Muda.

Antígona, o Kaiser Guilherme II e, pasmem, Jair Messias Bolsonaro (!)

(Opinião: Seção Zumbidos, por Guilherme Lie) Sim, meu caro leitor, nossa menta inventiva consegue traçar paralelos entre o grego Sófocles, o último imperador alemão e nosso destabocado presidente. Primeiro, vamos relembrar quem foram Sófocles e Guilherme II. Sófocles é o autor das peças de teatro da Grécia clássica que têm o maior impacto sobre nossa … Mais


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